Calosidades podem deixar de ser um incômodo e se tornar um caso grave

De manhã o mesmo ritual : acordar, trocar de roupa, arrumar a bolsa e se preparar para mais um dia de trabalho. Mas antes, passar pelo primeiro sacrifício do dia : a hora de colocar o sapato. O peso do corpo e o tempo que a pessoa fica em pé contribuem para a produção de calos e calosidades que tendem a aumentar com o uso contínuo de sapatos apertados e desconfortáveis. Geralmente, as calosidades e os calos são facilmente identificados, pois possuem uma camada espessa de queratina. O que é possível se fazer para evitar estes companheiros às vezes indesejados, é alternar o uso dos saltos, um dia mais alto, outro mais baixo, ou mesmo mudando a forma do sapato. E procurar a ajuda de um especialista que irá ajudar a se livrar do terrível calo.

Tanto calos como calosidades nos pés estão relacionados a produção em excesso de células de pele mortas com auto teor de queratina. Essa é a camada superior de pele que a protege de lesões externas. Para calos e calosidades, essa produção é resultado de pressão contínua do calçado e peso do corpo. A pele responde a essa pressão ficando mais grossa. O calo é uma queratina produzida com o atrito do calçado. Existem na verdade dois tipos de calos. O chamado calo d’água, que surge com o atrito na pele somente e o queratinoso, que surge com o atrito na pele com o osso.

Este atrito que causa o calo, inicialmente provoca um engrossamento da pele que no decorrer do temo ele se acumula e torna-se uma irritação. O aumento de massa da lesão resulta na elevação da pressão e desconforto, desenvolvendo um ciclo vicioso, o qual só é quebrado ao aliviar a pressão ou reduzir a lesão. A calosidade é uma área na camada superior da pele, de queratina, que se torna anormalmente espessa e forma um coxim protetor, em resposta ao atrito constante. As calosidades podem formar-se em qualquer parte do corpo, mas geralmente ocorrem sobre uma saliência óssea das mãos, dos pés, dos cotovelos, ou sobre as áreas expostas ao atrito repetido. Já o calo é uma área espessa de queratina, do tamanho de uma ervilha, que ocorre sobre os pés. Os calos geralmente estão nos dedos, e resultam da pressão do calçado. As calosidades geralmente estão nas áreas de sustentação do peso na superfície de baixo do pé, e resultam da sustentação do peso. Neste caso é recomendado um hidratante que ajuda no combate a calosidades. É importante observar na composição química, pois o hidratante deve ser a base de uréia.

Tanto calos como calosidades podem ter um núcleo central mais profundo, ou seja, o problema, a inflação pode ser algo mais profundo que a lesão local que pode ser retirada a qualquer momento sendo reduzido com um bisturi. O ideal é buscar a raiz do problema, ou seja, o sapato usado. Mulheres que usam sapatos bico fino e salto-alto tendem a continuar com o problema. A intenção do trabalho é fazer com que a pessoa não precise mais vir tratar-se por causa do mesmo problema. No tratamento, primeiro se faz uma análise do local e ver o que é preciso fazer. A retirada dos calos queratinosos é feita com bisturi, mas não dó, pois o que é retirado é apenas a massa, ou seja, pele morta.

Os calos duros surgem sobre as articulações dos dedos. Os que se formam entre os dedos dos pés geralmente são mais moles. Ao contrário da maioria das calosidades, os calos podem ser dolorosos, pois a pele espessa pressiona o osso subjacente. Os sapatos de bico fino só agravam a situação, assim como os saltos extremamentes altos. Os saltos altos, principalmente agulha, jogam toda a concentração do peso do corpo para a parte da frente do pé, causando calos na região plantar. É recomendado que a mulher alterne o uso deste tipo de sapato com outros modelos com o salto plataforma que tenha pelo menos 4 centímetros na frente.

Pessoas que utilizam muito sapato fechado devem principalmente ter muito cuidado com a forma que corta as unhas do pé, para não sofrer com unha encravada e que variar o calçado também ajuda a prevenis de outros males como a bromidrose ou como é mais chamado o chulé.

O granulôma, ou carne esponjosa e unha encravada como é conhecido ocorre quando a pessoa não faz um curte perfeito das unhas e acabam deixando um resíduo que causa a inflamação. Muitas pessoas por desconhecerem o tratamento do podólogo, buscam auxílio em hospitais para tratar de unha encravada, mas na maioria dos casos o médico retira a unha do paciente sem necessidade. Unha encravada não é para extrair, deve ser tratada, e um bom especialista pode resolver isso.

O pé diabético requer alguns cuidados especiais ao cortar suas unhas. É necessária uma assistência maior com quem é diabético, porque um erro pode causar graves problemas, chegando a amputação. Por isso ele deve procurar um podólogo e fazer uma manutenção de 15 a 20 dias nas unhas. Não faça os pés com profissional não qualificado, pois pode acontecer de este profissional não saber como lidar com os pés com o cuidado que se deve ter.

Ortopedia São José
Ortopedia São José

Comentários